segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Trecho do Livro de Poesias - Non Dvcor, Dvco!

Para saber da linha reta,
Pergunte para o circulo quantas retas o faz.




Se eu te pego eu como
Se te como eu cuspo
Sai correndo sai
vai correndo vai!!!!



As vezes imagino a poesia
Escrevo a alegria,
Ou a tristeza se necessário
Mais não sei o que é alegria
Pois a tristeza é minha companhia.
Sou louco
Sou abstrato
Sou sonhador
Também sou dadaísta
Assim passo o tempo...
Não sou feliz
Não sou triste
Não sei o que sou,
Acho que sou...
Não! Os poetas são amantes
Eu sou errante
Trilho os caminhos mais longos
Pois assim chegarei mais distante
Que só poucos conhecem
Sou isso, sou um...



War não me assusta
O que assusta é a guerra.




Maquinas de homens espelho
Narcisos e fúteis
Que vivem em um mundo com muros invisíveis
Suas cabeças são duras
Como a bigorna que molda o bisturi que lhes faz
O passado do passado de répteis
Gigantes são moldados
Exuberância falsa
Corpo feito
Corpo igual
Mais há o que lhes difere
Não é o seu cheiro
Não é sua roupa nem sua ignorância
E sim o seu pé!





Regressar ao velho tempo
Andar de qualquer jeito
Não ter para onde ir
Brincadeira de criança
Vida mole
Esperança
Jogo de bola
Na mesma ciranda
Não tem hora para dormir
Abro os olhos
E não esqueço
Como é bom o velho tempo!








Um poeta faz arte
Não é um santo milagreiro
Um artista a parte
O consolo do namoradeiro
Um poeta dita a dor
O santo ampara o velho
Um artista do amor
Faz de si o espelho
Pobre pecador
Divino mensageiro
Vive a ladear
Surge um curandeiro
Canto para o ar o dom do santo poeta salvador.
O amor é o ar do amante, abrigo da solidão, luz na escuridão
Traz alegria ao coração
Um sentimento, uma emoção
O amor perpetua na alma do feliz
Surge como uma mentira para a meretriz
Satisfaz o cão perdido
É tarefa do cupido.

Nenhum comentário:

Postar um comentário