terça-feira, 26 de outubro de 2010

CENA II - I ATO

Começando pelo começo
Calado pela culpa
Insultando a ira de DOM DOM
De deus-dará
Vivo avante
Vulto atrás
Quando preciso
Conto ate três e vou confiante
Por mais um mês
Lendo o mantra do burguês
Discurso no cume da babel
Esplanada de concreto
Pairam de gênios a marginais
Vendo a mesmice nos jornais
Monto o meu leito
Ora no parapeito
Ora no monumento
Me aprumo de algum jeito
Palco da civilização
Porta da união
Porta da solidão
Conquistas são labirintos não oficias
Cartas jogadas nos anais
Armadas do gueto, guetista
Contramão narcisista
Bem vindo a são Paulo
Terra do trabalhador
Terra do salário
Contrario
Contato contratado contando coisas com calma clara e ciente
Sinagoga da expressão
Meca do querer
O choque e cultural
Da realidade brutal
Quase espanta ego astral
Deve ser o motivo da persistência material
Thanks god or Oxalá
Don’t stop the Brisa, oia la’
Se acaba nois avisa
Pois todas as drogas que quero passam pela anvisa
Insista repita apita a fita, toca guita sinistra imita solista altruísta besta excita festa após a cesta funesta meta treta quieta, protesta asceta nesta terra, sai La comedia vá Creta e enfrenta careta nesta cátedra , bela vida minha.

Da experimentação passando pela própria vida.

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