terça-feira, 19 de outubro de 2010

poema rua 1

muitos mentiram mas mergulhei odisseia de orgulho oculto oxigena alma andante ante ao arauto pedinte promiscuo potente pretente propagar contente canções de casar, sonha sempre sereno ser eterno emanará em estados de graça e gratidão que garantirá glória luz, luz, mais luz luto por uma no fim do tunel de tormentas tenebrozas, dividirá o divino ditado dominical "participe povo, perante ao pobre!" humano honesto humilde e harmonioso, individuo integro isola-se indgnado, visionário vulgar vendo vagas de balas banindo bandidos bostas, zerão zilhões de zé povinho á zumbi, xiiiiiiiiiiii xequemate do xavante xiita ultra utopia de união ultrasonica favela e fazenda fazedor e favorecido realidaderapida ritimada radia jargões em jogos jocosos joguetes quase queimam a quimera do querer navegante nu que nunca nasceu.

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