segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

meio diferente?

Dizem que ando meio diferente
Por falar palavras ásperas
Mas continuar sorridente
Atitudes faladas
Quem me entende?
Será o seu caso?
Ou ninguém de repente
Ser eu é o que faço
Cigarro acabado
Um livro começado
Idéia firmada
E atitude contestada
A verdade sempre ausente
Em nossa meio
Quero fazer o teu inteiro verdadeiro
E não bajular por um sexo falso
Mãos ao alto
Só para agradecer
E roubar apenas o bom dizer
Saber o teu nome
Entrar no teu véu querer
Entendo você e sua raiva
Sua dor
A nossa luta é falar mudar ser feliz e prosperar
Que coisa boa, querer e conquistar
Sacrifício santo
Até no desespero
Com minha calma me espanto
E sei a dificuldade
De ser verdadeiro
Quero tudo que é possível
Não ser um lunático invisível
Nem um rude romântico
Disser que nem vive tanto
Espero farto nada mudar
Mas é fato que vou
Eu vou atrás
É assim que vou seguindo
Pelo intuitivo
E não pelo coletivo

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