quarta-feira, 23 de março de 2011

Lótus Negra

Japonesa meiga
Em seu ego o símbolo da bandeira
Triste pelega
Faz da riste mamadeira
Discretos atos no escuro
Nódoa profunda de seu caráter
Usa a bondade como escudo
Uma hipocrisia máster
Pula levemente de moda em moda
Escolhe sempre o centro
Não é nem um por cento foda
Achar que todos querem teu mel dentro
Suja rosa nipônica
Nega minha palavra
Pois parece uma verdade megafônica
Assusta tanto que se cala
Ignora, julga aspereza
minha licença
minha dita poesia
se todos bajulam ela
não serei do coletiva hormonal
pois insensata balela
faz do homem mero animal
jogar vaidade a carpa
harpa da ninfa Ásia
tesão que não escapa
jorra aos cantos desta pária
como podes ser negra lótus?
Como podes mentir ao horizonte
Espalhando luxuria ao alto
Contanto que és Deusa prepotente
Deixe de orgulho
E observe um instante
Que teus olhos dizem tudo
Que tu mente é evidente
Apenas ouça o seu coração
A mentira maior que acorrenta
Está em você e causa reação
Seja livre, a verdade sustenta.

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