segunda-feira, 2 de maio de 2011

rot

Bem vindo a são Paulo, Terra do trabalhador, Terra do salário
, Contato contratado contando ao Contrário coisas com calma clara e ciente
Sinagoga da expressão, Meca do querer, O choque e da cultural, Da realidade brutal, Quase espanta ego astral, Deve ser o motivo da persistência material
Thanks god or Oxalá, Don’t stop the Brisa oia lá, Se acaba nois avisa
Vivo avante, Vulto atrás, Quando preciso, Conto ate três e vou confiante, Por mais um mês, Lendo o mantra do burguês, Discurso no cume da babel, Esplanada de concreto, Pairam de gênios a marginais, Vendo a mesmice nos jornais, Monto o meu leito, Ora no parapeito, Ora no monumento, Me aprumo de algum jeito
Palco da civilização, Porta da união, Porta da solidão, Conquistas são labirintos não oficias, Cartas jogadas nos anais, Armadas do gueto guetista, Contramão narcisista, pingado na padoca, na feira não me escapa um pingado e uma garapa, ando no improvisso e na comida me arrisco, fazer o que, como dizia minha vó saco vazio não para em pé, e nessa correira sigo forte e com fé, na pausa do café Alarme
melar moral oral remo maré mar mero ralo rola lero ralé rola rolê
Tupiniquins e Sganzerla de Pivas e Avenidas de rumos e vomitos jocosos como dois cometas bestiais do amanha celeste de minhalma abandonada partida em mil rumos de uma jornada domesticada pela paixao insana e imbecil dos cogumelos austrais corredor de bolhas aspirais anelares e singulares aos ares desse pulmao quase seco de matar a vontade ,
a comida que alimenta impacienta argumenta e vira a mesa, prato vazio da dieta, prato esquecido da miséria, tudo isso revela sua identidade a nação a desiguldade na alimentação, a fome está na rua, junto a verdade nua e crua,
"são paulo se alimenta nas ruas, as ruas se alimentam de nós na carrinho de alimentação informal 7 milhões vão comer, perfil cultural diversidade da capital, tipicamente paulista que não estranha os sutaques da babel, bora rango rola mango pago o pão e bóia jóia.

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