sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

o chá e eu

Verdadeira humildade
Toma-se como base de papel
Frágil como a falsidade
Mostra-se incapaz de ser cruel
Mas bate na mãe no irmão e no papai noel
Perdeu-se no diário oficial de sua igreja
Deixou de analisar por descrença
Passa o dia a louvar a decência
E esquece de ser um dilema
Fato do esquema do chá
O senhor disse pra eu tomar
E eu tomo sempre devagar
Se me perguntam se vou parar
Apenas olho com o meu olhar de avatar
Superioridade anestesiada pela regra
Esquema que é sempre balela
Não quero maconheiros
Não quero rabiscados
Quero a minha verdade
A mesma que o mestre esfomeado me ensinou
que agira com burrice, aquela que já esgotou
A bebida tá na mesa
Pode pegar sem pedir licença
Analisa a folha e o cipó
Assim serei melhor não cheirando pó
Ou cheirando a bunda por emprego
Se eu me sustento?
Só com os dois pés
Ao invés de ser sociável
Sou aceitável
Sabe por quê?
Por que sou humilde!



“A crueldade é o lado oposto o equilíbrio é feito de opostos, se prevalece apenas um, não se tem um dialogo com o infinito”

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