sexta-feira, 23 de novembro de 2012

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Postado ao relento da disciplina


Me sinto como Samsa
Misturado com o Sub-humano de Dostoievski
Um dito cujo com voz rouca
Um humano pensador
Divergindo do mundo ignorância
A espada verdade forjada
Com o fogo da vida
Banhada em sangue negro
Do choro escuro
Cilada do homem
Matem-me
Estuprem-me
Ainda sereis homem
Serei poeta
Ou seja
Demasiado humano
Para a vaga compreensão
Que você chama
VERDADE!
Serei incompreensível
Me chamarás de louco
Estranho talvez
Que miséria é está sua
Sugar do osso
Lamber entre os dedos a hipocrisia
Beber de seu ódio oculto
Chora criança
Chore!
Depois caminhe e siga a luz
Luz!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

escrevo pois

escrevo por não conter em meu espirito todo o gozo , raiva e alegria, escrevo por que o universo não para e eu não posso parar!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

lembra quando eu falei no começo do ano e tal coisa....

Lembra no ano começo do ano, agora vejo a queda, não quero isso por vingança quero isso por justo e certo pelos trilhos da verdade, dito e feito, esse é o efeito! sacou?

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

obrigado

thank you - Danke - спасибо

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Verdagritada


“a verdade não sussurra, grita!’’

Faca Fria


Atentos ao atos
Primeiro de muitos
Na segunda cena serás dono do teu universo infinito
Minha faca é finita afiada e aguda
Entra lisa e lentamente pela carne moribunda
Tu és moribundo
Olhe para a bandeira veja o teu ideal
Um homem com faca estendida é um sinal
Que eu sou teu senhor
Eu voltei para você em verso prosa e dor
Mas voltei
Só para te lembrar de quão patética é sua situação
De que todo o ódio no mundo
Eu guarde duas vezes mais para despejar em teu ser
Serei eu um amargurado
Não, apenas um condenado
Condenado a escrever os fatos
Mesmo que você tenha banalizado
Então fique atento eu voltei
E eu não te vejo
Mas você me vê.


Quem está errado, erra!

Eu como artista repudio grupos que tem o seu poder centralizado e sua verdade castrada limitando a inserção da sociedade de uma forma transparente e justa. Justa pelos ideais, pela igualdade e pela fraternidade.
Em minha opinião, não como vitima ou como agressor mas sim como participante ativo na trama social, é de que as mascaras caem, e quem está cometendo está injuria terá a sua vez e será revelada todo a sua pobreza moral e de espirito. Não acredito que isso me afetará em demasia pois injuriador já é visto com a mascara da hipocrisia.

Só Peço para todos, se há alguma duvida converse, pergunte e não leve tudo para o pessoal, pois poderá cometer uma injustiça com o próximo.
Afinal como diz o ditado: Quem deve, Teme!

sintesando


“A calunia do amor é brincar de paixão.’’






“Os sentidos não enganam; O que engana é o julgamento.”




“Admitir que não sabe, é o primeiro passo para saber.”

teneplo


sofro pelo apego as coisas desse mundo
 rogo por um instante um segundo
 luto contra tudo com paciência
espero o eterno desapego
lindo e singelo tempo
 quero tê-lo
por que escorre em segredo
entre os meus dedos
pode assim desaparecer em meus devaneios

artista faminto


O artista da fome alimenta o seu desejo
Com intelecto, paixão e ação
Usa o ar para imitar
E a palavra para orar
Olha o artista da fome
No seu castelo de cristal
Ele devora o vício
Insaciável pelo o que é escuro
Artista capataz
Segue a arte sem olhar para trás
Fica a mercê do picadeiro
Seu instante Rei
Ser percebido, compreendido
A sua arte acontece
Mas se você meu amigo
Já deu o veredicto
Saiba que este artista é convicto
Um fio só
Nessa teia improvisada
Só aparece cilada
Mas o artista se mantém
Eterno refém
Iiiiiiiiii
O artista da fome está chegando
Espere um pouco para o espetáculo
Ele é puro desejo
Certeiro, reto, no peito
Certeiro, reto, no peito

grito contido


Tudo que vem da alma
Não cega
Nem cala com calma
Vira grito
Voz do universo ativo
Muito fácil não sentir-se amado
Um fardo
Na cidade da grande solidão
O tomate sempre caro
A droga sempre em vão

caminhai


Ao passo que tudo que fazem é certo
Eu faço o errado
Não pelo simples gosto da oposição
Mas pela satisfação de ter a própria opinião
Quantos deixaram de olhar ao olhos meus
Pelo fato de outros comigo serem inimigos
Te acalme meu filho
Vá por ai
Isso por ai mesmo...

poema é?



“poema é a síntese do logico em palavras!”

Joselino e Zé pinga



E eu aos vinte e sete anos de idade, quem iria imaginar na rua como um mendigo, todo historia que resultou nisso é a soma de fatores inigualáveis de uma sociedade doente, de uma precária estrutura familiar e de minha insaciável bebedeira.
Como eu dizia cá estou na rua, um par de chinelos, uma mochila com algumas peças de roupa e um cacho de bananas, ao menos tenho um livro bem difícil de ler para abrir em momentos de puro e deprimente ócio.
Sempre pensei que ser mendigo era algo deprimente, nojento, ofensivo até no ato de ser um mendigo, mas para falar a verdade nesse momento com o sol torrando os pneus que passam pelo asfalto e eu aqui debaixo de uma arvore no centro de um descampado, que era para ser uma praça, comendo uma banana estou e pensando o que vou jantar amanha ou hoje ainda, de certa forma vejo beleza em ser assim, vejo liberdade nessa beleza, vejo dignidade em ser eu mesmo. Só pelo fato de não participar mais da sociedade e não ter que colocar uma mascara social logo depois do café da manha me sinto livre, e isso é belo no meu ponto de vista, sei logicamente que com vinte e sete anos e alguns conhecidos pela cidade já sou, mesmo eles não terem e visto assim, um doido, pirado, lunático.
Bom, acho que um bom mendigo um de longa data e experiência diria uma única coisa:
______Foda-se!
E justamente isso, foda-se, só eu sei do porque eu cheguei aqui, dos motivos que me levaram a esse estado, mas quer saber agradeço a esse tal de Deus por estar aqui, aos menos tenho mais algumas bananas.
Ao girar com a cabeça, olhando pelos ombros uma imagem mexeu-se abaixo da grama alta que cobria a tal praça.
_____Quem está ai?  disse uma voz tremula e cansada.
_____Quem está ai porra? Repetiu
_____Sou eu Joselino. disse normalmente
_____Vaza essa praça é minha. E falando um homem branco todo sujo e barba cumprida e cinza levantou cambaleando.
_____Meu senhor essa é uma área publica e eu moro na rua estou aqui fugindo do sol, aceita uma banana? Disse joselino calmo e com confiança.
_____Enfia essa banana no cú seu filho da puta essa praxa é minha. Disse agora percebendo que a voz estava completamente enrolada e ele aparentava estar bêbado ainda da noite anterior.
_____Eu sou o zé pinga e esse pico é meu ninguém pode ficar aqui sem a minha autorização, você tem pinga ai? O homem continuo.
_____Não, apenas um pouco de banana ara comer e estou sem dinheiro. Joselino explicou.
_____Tanto faz. Disse zé , caiu de baixo da mesma sombra e dormiu.
Enquanto Zé pinga roncava ali ao seu lado Joselino viu alguns conhecidos passando pela calçada próxima dele, eram dois amigos e uma amiga, todos eles reconheceram Joselino, mas vendo ele ali debaixo da arvore com um bêbado caído ao lado e o sua bolsa de roupas apenas olharam para ele com um certo ar de nojo e desprezo e fingiram não reconhecer passaram sem ao menos dar um “oi”.
Certo de que isso iria acontecer esse certo desprezo Joselino encostou o melhor que pode e tratou de tirar uma soneca.
Ao acordar já de noite, Zé da Pinga estava sentado a sua frente bem melhor com outra cara dando risada e segurando uma pequena garrafa de pinga.
____Vai um corote ai? disse o velho sorrindo.
____Não Zé valeu!
____Você é de onde menino?
____Sou daqui mesmo, morava ali no bairro Altivo.
____Ué, e o que tá fazeno aqui? Vai pra sua casa, a rua é para os cachorros.
____Não tenho mais casa zé, perdi tudo, até os amigos.
____Então vou lhe apresentar para o seu grande futuro melhor amigo.
E erguendo o braço esticou o corote para Joselino que sem muito embaraço pegou e deu uma tragada, fazendo uma cara feia e tragando novamente ele disse:
_____ Sabe de alguma canto aqui na cidade que da pra dormir mais tarde?
______Sei sim, aqui mesmo, Rárárárá, quer que eu pegue o seu lençol? Rárárá. Dando gargalhadas Zé pegou o corote e mamou sem remorso sua velha e boa companhia.
Passaram algumas horas e os dois estavam bêbados, Zé pinga em um gesto de boas vindas apresentou alguns corotes pela noite, os dois completamente bêbados haviam saído para comprar mais e acabaram dando uma volta pelo centro da cidade, algumas pessoas viram Joselino e como os três de tarde haviam ignorado com os olhos o novo mendigo da cidade, Zé da pinga foi mixar em uma arvore e Joselino continuou andando sem se dar conta que o amigo estava mixando, Joselino andou por três quarteirões até chegar a frente de uma casa com as janelas abertas e muitas luz, musica, pessoas falando e dando risada e um cheiro bom de comida. Naquele momento Joselino estava fedendo, completamente bêbado e com uma certa fome pois banana para um homem de 1,80 não era uma refeição consistente ao longo do dia regado a pinga. Ele ficou ali parado por alguns minutos tentando ficar ao menos ereto sem ficar balançando para frente e para trás, ao sentir firmeza bateu na porta, ninguém saiu ele bateu novamente, ninguém saiu, ao bater novamente a porta abriu lentamente e ninguém saiu de dentro da casa. Como estava completamente bêbado e já sem noção de suas atitudes Joselino entrou na casa, as vozes e risadas estavam cada vez mais altas, parecia que todas as pessoas da casa estavam na parte de trás da casa,  sem cerimonia Joselino abriu a geladeira e começou a pegar várias coisas para comer, tinha muita cerveja a qual ele começou a beber uma atrás da outra como se ele tivesse acabado de sair de um deserto e aquilo fosse agua gelada.
Ainda mais bêbado Joselino começou a dançar ao som da musica que vinha do fundo da casa, e a trombar pela cozinha derrubando tudo que estava no seu caminho, derrubou cerveja pelo chão e comida em cima de tudo isso criando uma ambiente que mais lembrava de uma casa cheio de adolescentes em pleno carnaval em São Luiz do Paraitinga.
_____Joselino, aonde o senhor estava? Disse uma voz feminina autoritária e amorosa ao mesm tempo.
______E tava, eu tava, eu to. Disse ele com uma voz enrolada.
______Você está completamente bêbado? Disse a mulher, e continuou.
______Que porra é essa Zé, você sumiu o dia todo e eu aqui preparando tudo pra você o que te deu a cabeça aonde você se meteu? Estão todos aqui esperando. E ao aproximar-se de Joselino o cheiro forte bateu e ela com uma cara de nojo enfiou um tapa na cara de Joselino.
______Caralo, bati na mai sua... Joselino caiu sentado no chão sujo da cozinha.
Marisa sua mulher chamou alguns homens que estavam na festa e colocaram Joselino no banho para uma ducha gelada, logo depois colocaram ele na cama e o deixaram ali dormindo, no dia seguinte ele acordou com uma puta dor de cabeça e Marisa estava sentada na cama.
______O que aconteceu Zé? Você disse que ia na casa de seu pai e você sumiu o dia todo. Disse sua mulher com uma voz calma.
______Eu não lembro de muito, ai, minha cabeça.
______ Eu decidi largar tudo virar mendigo, viver sem o sistema, mas pelo jeito não deu certo, acabei voltando para casa.

Metamar


Hoje sonhei além mar
Mas essa mar é meu
Meu amar
Sossegado sem alamar
O que os teus olhos lembram
Lembram também de inflamar
Minha cama teu cheiro o nosso vicio
Amar
Apenas amar
Se não posso
É porque está além mar
Meu mar de saudades
Meu mar de intenções
Meu amar que me afoga ao pensar em ti
Além mar...

Boa leitura!


É de todo o mérito essa obra as minhas emoções aos meus devaneios e frustrações, somente esses elementos me tornam humano e mais, tornam minha pessoa demasiada humana, o crédito de tal resultado logicamente precisa de fatores e variáveis, essas aqui no momento em que escrevo só posso depositar tal agradecimento as pessoas com quem tive relacionamento, seja profissional, de amizade e as amorosas.
Inspiro-me nesse momento para fazer esse livro em todo o espirito humano, como já percebeu, caso tenha lido algum trabalho meu, busco o lixo, a escória, pois enxergo nela uma verdade inata e pura, algo para ser considerado bom ou belo para a maioria passa por processos de adaptação para chegar a um gosto comum, ao contrário do objeto “pária” o seu belo ou sua funcionalidade já é definida e inalterável por muitas vezes ficando a margem do estético coletivo.
Passo por momentos complicados onde a verdade e a realidade estão em completo desacordo, em minha comunidade os valores e a falta de caráter estão em falta seja comigo seja com o todo. Vivo no meio de mentes fracas e obscuras que procuram a todo o momento uma oportunidade de ser mais do que o outro, isso alguns chamam de inveja, eu chamo de oportunismo burro, pois como todos falamos, cantamos e sabemos: a união faz a força.
Sem mais quero declarar que essa obra é um escrito poético-filosófico, os elementos estéticos de natureza simbólica e romântica encontram-se em cada linha, cada palavra, ao ler dê atenção ao coração e a mente sinta a força das palavras e deixe ao menos por uns minutos o balanço da maré desse mar de ideias e encantos passar a verdade de um poeta que como você vive essa experiência única chamada vida.
Boa leitura!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

R.I.P.


Continuação infinita das  possibilidades
Orquestra da ordem do caos
Vontade da potência
Decadência da vaidade
Em multilingua chamo por você
No meta mundo aonde meus sonhos vivem
Sou mero acaso de meus passos
Tortos sem compasso
Humanos conforme os atos
Profônico
Grito d’alma
Hipertexto da metarazão
Sou mero visionário
Poeta cidadão
Escravo de meus sentimentos
Boca maldita da solidão
Sou tudo que as pessoas não entendem
Mas eu forço em querer continuar ser ódio
Com as palavras da beleza
Conquisto o teu orgulho
Rest In Peace
Meu resto em pedaços gordos
Oleosos para chupar os dedos
O resto em paz
Caminho longo
Longo

sábado, 22 de setembro de 2012

História da Arte, Egito – Esquete.

Cena 1 O escriba entra e posicionasse bem a frente senta com o seu papiro e começa a escrever, leva alguns segundos ele nota o público e começa a sua apresentação. Ah, olá, boa noite, sou Imothep escriba do Faraó sou um tipo de jornalista particular descrevo o cotidiano, o que acontece no império. Hoje dia 25 de setembro comemoramos a coroação do Nilo Festejamos Osíris , com muita comida, musica e dança. 2º Ato Entram as dançarinas até o ponto que elas ficam imóveis. 3º Ato O grande Faraó (Entra o Faraó e Sua esposa) E a sua esposa estão preparados paras As festividades e em todo Egito a vida pulsa. Eles param enquanto o escriba fala. 4º Ato Não posso deixar de lado (entram os escravos) A força os braços e a fé que foge aos padrões egípcios Os Judeus, milhões de escravos que fazem o Egito Continuar a ser o que é. Os escravos vão para frente do Faraó. 5º Ato O Faraó por mais poderoso que seja Ainda é humano e como tal Ele é mortal! A morte para o nosso povo Não é o fim e sim uma passagem ´ Para outros mundos. Entra a múmia e fica no lugar do faraó que sai todo altivo da cena. O que é imortal, é que nós deixamos para vocês. FIM

sexta-feira, 6 de julho de 2012

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Sobre o meu trabalho

não importa o que eu sou quem sou, o que importa é a palavra, o outro eu que exponho, que se agride e as vezes agrada, que faz questão de ser um meteoro em ascendente trajeto para a colisão, sou leão, também sou rato, sabe o tipo que sabe quem é, sim , sei!? nada adianta eu sou eu sou, e a palavra não segue adiante, sabe, parece que anda com o fogo do chicote do tinhosa na sola dos pés, se corre, é pelas sombras que foge, entre todos os lordes e os peões, todos eles não sabem, mas eu sei, sabe, aquele tipo que acha que sabe?

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Hugo Cabret

Hugo – Uma linda homenagem a sétima arte.


O século vinte e um, as salas de cinema cada vez mais modernas, o conforto em primeiro lugar, uma novidade na indústria está cada vez mais popular e produzida, é 3D, tecnologia que permite uma sensação única de ampliação dos sentidos e da interatividade com a tela, através de um óculos e de baixo das luzes do projetor Hugo surge o seu século é outro por volta de década de trinta na grande Paris em sua Belle Époque, a genialidade corria solta assim como o pobre Hugo passado na tela, jovem e talentoso relojoeiro ela tenta concertar uma maquina um “autômato” para aproximar do seu passado no seu caminho ele cruza com um senhor dona da loja de brinquedos e Hugo começa a descobrir um outro passado, Hugo desvenda o passado do cinema, em especial do cinema mudo.
Hugo mostra que grandes estórias podem ser contadas com artifícios tecnológicos, mas o que sempre vai dizer se o filme é bom ou não são as palavras e o coração, sinta Hugo e emocione-se com o cinema.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Potência Tristeza e Alegria

A solidão o sofrimento devem servir e ser transformados em potencia para a criação, a alegria é o resultado do êxtase do produto da potencia.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Arranjo numero 1

"os demônios que me seguem encontram com facilidade minha localização n aterra em que cresci, foi preciso fugir para longe para que eles não me encontrassem e assim minha saúde estabilizar no que pode se chamar de padrões normais."

domingo, 15 de abril de 2012

mais uma do amor

O amor é libertador, a verdade é libertadora, ser livre é o primeiro direito , fazer-se livre é ser grande!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Esses amigos de pinda

Esse ano foi surpreendente papai, fiz três amigos, mas não deu muito certo.
O primeiro me roubou, entrou em casa e me roubou, exatamente assim, o outro era colega de trabalho e passou a perna, disse para o chefe que eu estava roubando clientes sem ter feito isso, e o ultimo é mais amigo dos outros dois e acabou achando que eu era ladrão e mau caráter.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O que seria? ‎"Dadaísmo"

Infelizmente a visão cultural é muito limitada e as pessoas simplesmente acham que tem algum conhecimento ou praticam arte seguindo uma corrente de pensamento, anulam-se por inteiro por serem hipócritas com a concepção que tem da cultural e da produção artística.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Memorias do subsolo - Fiodor D.

EU SOU um homem doente... Sou um homem malvado. Sou um homem desagradável. Creio que tenho uma doença do fígado. Aliás, não compreendo absolutamente nada da minha moléstia enão sei mesmo exatamente onde está o mal. Não me cuido, nunca me cuidei, se bem que estime os médicos e a medicina. Demais, sou extremamente supersticioso, o bastante, em todo o caso, para respeitar a medicina (sou bastante instruído: poderia então não ser supersticioso, mas sou). Não! Se não me trato, é pura maldade deminha parte. Não sabereis certamente compreender. Pois bem! eu compreendo. Não poderei evidentemente explicar-vos em que errei, agindo tão malvadamente: sei muito bem que não são os médicos que eu incomodo, recusando-me a tratar-me. Não engano senão a mim mesmo; re-conheço-o melhor que ninguém. Entretanto, é mesmo por malvadez que não me trato. Sofro dofígado! Tanto melhor! E tanto melhor ainda se o mal piora.Há muito tempo já que eu vivo assim: uns vinte anos, pouco mais ou menos. Fui funcionário, pedi demissão. Fui um funcionário muito ruim. Era grosseiro e tinha prazer em sê-lo. Podia bem me compensar desta maneira, pois que eu não aceitava gorjetas (esta brincadeira não tem graça; masnão a suprimirei. Escrevi-a crendo que teria espírito; não a apagarei, entretanto, expressamente; porque vejo que queria me dar ares de importância). Quando os solicitantes em busca deinformações se aproximavam da mesa diante da qual eu estava sentado, eu rangia os dentes; sentiauma volúpia indizível, quando conseguia causar-lhes algum aborrecimento. Conseguia-o quasesempre. Eram geralmente pessoas tímidas, acanhadas. Solicitantes, pois quê! Mas havia às vezes presumidos entre eles, petulantes, e eu detestava particularmente certo oficial. Ele não entendia desubmissão e arrastava o grande sabre, de um modo detestável. Durante um ano e meio movi-lheguerra, por causa desse sabre, e finalmente saí vencedor: ele parou de teimar. Isto, aliás, se passavano tempo da minha mocidade.Ora, sabeis, senhores, o que excitava sobretudo minha raiva, o que a tornava particularmente vil e estúpida? É que eu me inteirava vergonhosamente, mesmo quando a minha bílis se esparramava mais violentamente, que eu não era mau homem, no fundo, não era nem mesmo umhomem azedo, e que tomava gosto, muito simplesmente, em assustar os pardais. Tenho espuma na boca; mas, trazei-me uma boneca, oferecei-me uma chávena de chá bem doce, e é provável que eume acalme; sentir-me-ei mesmo muito comovido. É verdade que, mais tarde, morderei os punhos deraiva, e de vergonha perderei o sono durante alguns meses. Sim, eu sou assim.Menti antes, quando disse que tinha sido um mau funcionário. Foi por despeito que menti.Tentava muito simplesmente distrair-me com os solicitantes e esse oficial, e nunca pude conseguir tornar-me realmente mau. Com efeito, verificava sempre em mim a presença de um grande númerode elementos diversos que se opunham violentamente. Sentia-os fervilharem em mim, por assi mdizer. Sabia que estavam presentes sempre e aspiravam a manifestar-se do lado de fora, mas eu nãoos deixava; não, não lhes permitia evadirem-se. Atormentavam-me até à vergonha, até às con-vulsões. Oh! como eu estava fatigado! como estava saturado!Mas não vos parece, senhores, que eu me arrependo e que vos peço perdão de não sei quecrime? Estou certo, senhores, que ides imaginar isso... Mas aliás, digo-vos que, quer vós o imagineis ou não, isso me é indiferente..

I poet?

I will
down the hill
break the eternal ice
spoon in beautiful countryside
the roses of our love
I will
I was
ever be
I Poet?
nor do I know!

many things !

I see many things
and I am a lot of things
drink of water dreams
Live like a bird of fire
way beyond
My ship has sailed
I am the man of the port
where is no broke boat.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quem não faz?

"Avalio você pela sua capacidade de ter opinião própria, de não se auto-anular como ser pensante, sua coragem em primeiro lugar, o resto é só o efeito do caráter!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Você anula a tua própria existência!

A uma estranha diferença na ponte e na estrada
A uma coincidência entre a chuva e a enxurrada
A um verbo depois do sujeito que caminha desatento
A um momento em que a hora não condiz com o ponteiro

A cauda e o rabo
Insensato porem aceitável
O café em preto lisérgico, moderado
Ferramenta da alma produtora
A erva, que façam mil cigarros
Um batalhão de maconheiros recatados
Vivemos na sociedade do oprimido, do comprimido, e do indiscutido
Não consigo ser contido, o que acontece comigo?

Um incesto de ideias
A travadora baixa medieval esquecida nem sei quando
Tenho uma pergunta?
Vives pleno com o que acreditas?
Deixa de falar para não ser o discordante?
Então tenho o meu veredicto
Você anula a tua própria existência!

sábado, 31 de março de 2012

Amigo do Baú

Amigo ou o que era um amigo, achou o Silvio santos? não né.
Achou um belo Baú? achou oque mais, uma forma de ficar mais demente? acho que sim né, então por favor, vamos a loucura!

O que resta é a palavra de um homem, um contra todos....

É fato que sou relaxado com o leviano trato social
Abro a cortina da tragédia moral
E me esforço em ser artista e não um boçal
Cultura e cultuados o lado da moeda arte
Todo trabalho tem que ser remunerado
Teu julgamento continua no sentido falho
Eterna brincadeira de esconde-esconde do otário
Ficar sempre atrás do cenário, sua mente imunda não consegue ir pra frente
Esse é o palco, espetáculo circense é a vida que muda constantemente
Nem o canto do canário para tornar a tua verdade eloquente
Então não esquente se eu questionar
Então não esquente se eu perguntar
Quem deve é quem teme
Não espalhe essa má semente
Então olha aqui
Inteligência é “reunir”
O teu erro foi persuadir
Vou deixando de lado e passo a evoluir
Jornalismo tosco publicou meu retrato puro esboço
Agradeço moço
Mas o batuque monstro deixou de existir
No mesmo momento em que o teu intento subtrai
Daí
Na moral fatos marcados da realidade
Real vaidade
O conselho do mau passa a existir
Marginalizado sim
Mas com ideia afim
Arte verdadeira em mim
Tua corrupção o fim!
Só enxerga quem não tem medo
O seu alarde covarde
De um falso julgamento
Criado pela besta-inveja
E lamento
Quando aprendeis com o tempo
Já terá chego o fim do tempo.

quarta-feira, 28 de março de 2012

привет!

друзья, спасибо за посещение моего блога, я надеюсь встретиться со своим литературным gsto, если вы хотите узнать больше о моих стихах contao пожалуйста, спасибо, привет!

terça-feira, 13 de março de 2012

O livro está no link abaixo:

http://clubedeautores.com.br/book/125307--ODE_AOS_MALDITOS_

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

tempo

sofro pelo apego as coisas desse mundo rogo por um instante um segundo luto contra tudo com paciência espero o eterno desapego lindo e singelo tempo quero tê-lo quero tê-lo por que escorre em segredo entre os meus dedos? por desaparecer em meus devaneios...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

calunia do amor

A calunia do amor é brincar de paixão.

sentidos

Os sentidos não enganam; O que engana é o julgamento.

canto ninfa come fauno

Não fale para eu descer Pois altura me dá vertigem Essa que me engana Como uma doce virgem Canto das ninfas Que chamam faunos Sonhos que não se acabam Viajem que não começa Me diga o caminho Mostre a porta Esta que abro Para um salto dar No mar da loucura Cai nos braços da amargura Se me der aquela rosa púrpura Levanto como o vento E vou beijar-te Se me deixar Não vou queixar Mas não a verei mais para beijar Vou pular desse corrimão Não espero que me segure Seu falso amor será em vão O que dirá o futuro Que a tua beleza é conhecer Que o homem mais rico É o que tem o saber Conhecer da vida e das emoções Não apegues ao dinheiro mais sim as paixões Como uma velha dose se acaba Eu volto para o chão Não sou mais eu agora sou o velho poeta

sombra do moinho

Na sombra do moinho Escrevo o verso E rezo para alguém ler Não é a minha sina chorar Mas assim tem que ser Na beira do moinho a sombra Oculta a minha dor Na sombra do moinho te imagino Sempre linda como uma flor Oh grande gigante abra-me os braços E na sua sombra me refugio da luz Que lembra uma sentinela Para cutucar a minha magoa Não sei se ela vai me amar uma dia Mais eu a amarei pelo resto da solidão

admitir

Admitir que não sabe, é o primeiro passo para saber. (palavras novas surgidas em meu ser , mais um frase que deve ser mais velha que meus avós)

sou de verdade

Sou de verdade Sofro pela arte Crio paixões por ai Invento prosa para distrai Algum tempo penso em chorar Mais a luz que irradia Faz da tristeza serventia Numa tarde de euforia Corri para você Cai na agonia De pés descalços pra te vê Sangro chão Deito a mercê De um dia esperar Esperar por você Sou da mesma cor Tempestade eu espanto Para te provar E comê-la no jantar.

fail poem

Vamos andar na sintonia E no caos fazer a brisa Seja minha companhia Ouça minha musica Oi minha bela Pequena birela Crio estórias Para te espera Quando chega O tempo vai para Grande feiticeira Não seja traiçoeira Devolva o meu coração Pois juntos somos mais Uma voz me diz É o pequeno aprendiz Cativa Sativa Ativa minh alma Espanta o meu medo Seja o meu desejo Jame lê belle Jame lê belle Le petit gabrielle

oráculo

Não sou oráculo Mas posso ver o nosso futuro Não tenha medo do obstáculo Sou o melhor pulando muro Faço plagio da verdade Subo na mesa para servir O que me preza na porra da realidade É eu sempre me permitir Sou maluco exagerado Assusto amores Escorrego parado, Como as suas flores Mutante azarão Dono da casa Japão Cocada boa na noite Vigília na manha doente Não quero o seu dote Pois tenho repelente

calculo amor doido

o amor que não reprime a vaidade é ilusão. O amor mesmo ao caminhar é egoísta, pois amar o outro é amar a nós. Encaixado no tabuleiro e ser uma peça diferente, ou ser eterno ator e cair nas graças do amor, pois ao criar o amor não se calcula o sofrimento, saber que é amado é o maior presente do apaixonado.

poeta milagreiro

Um poeta faz arte Não é um santo milagreiro Um artista a parte O consolo do namoradeiro Um poeta dita a dor O santo ampara o velho Um artista do amor Faz de si o espelho Pobre pecador Divino mensageiro Vive a ladear Surge um curandeiro Canto para o ar o dom do santo poeta salvador.

trabalho da noite

A labuta da puta É convencer o velho que ele é o primeiro Uma bela mulher é traiçoeira O homem sua presa E é mentira dizer Que o amor é belo E piegas demodê.

estriguinado

Cigarro estriguinante Cegueira branca possante Álcool dominante Maconha tranqüilizante Mulher fumegante Café quente na mesa, O dia começou!

Paixão segundo

Paixão de um segundo Eterna solidão Se uma hora estamos juntos Não deixe meu colchão Ao pegar no sono Logo penso em zarpar Se estou tão sozinho Não ligo de navegar Paixão de dois segundos Fico a rezar.

palavras duras que dei

Minha raiva dura pouco Meu amor mais ainda Quero correr Mais caminho Pois não acho a saída Se desesperado fico Grito calado em meu ninho Sujo desarrumado mais meu Meu canto escuro Na claridade da mentira Seu ente morreu Choro de raiva Choro pela mentira Palavra dura que não dei Palavras sujas que escutei.

Regresso da alegria

Regresso da alegria Recanto da eternidade Gritos altos de amor me guia O caminho da piedade Não sou criança cega Mas um adulto calado Abraço qualquer perigo Apaixono em qualquer esquina Se foge fico Calor piegas é minha sina Falo em romper velhos pensamentos Costuro novas mentiras Consigo poucas coisas Sonho tantas outras Chronico é minha nova Paixão nova com um nome velho Subirei até a tua janela Sem medo de querer Espero ela só para dizer Te amo sem pensar Penso só pra te amar Se me quer diga Se não quer repita

Meu amigo tempo

Encontro nostálgico do bom e velho tempo, amigo fiel da lembrança escudeiro da esperança dança o tempo no seu balet mais lindo. Sublime tempo me dê o poder de pará-lo E o meu tempo passante recuperá-lo E o tempo restante abusar de ti minha vida jovial e boemia De sê-la ousada e fazer girar o mundo Com esse meu vicio de amar e desejar ser dois Ou mil em minha única existência Seja tu hô tempo a em ser o meu destino e usufruir da liberdade E ser tu meu amigo aquela criança Assim escrevo jovem poeta eu.

Aniversário relicário

Aniversário relicário De piegas Amizade O que te vale é vaidade Sou um colibri Sou um canário Vou dormir contigo Vou estar comigo Me usa e abusa Pois tenho dono Sou o poeta Sou meu castigo Me chama de cazuza Um poeta amei Esses que dizem do dia que errei Pode ser, você me usa Cospe mais Eu amo mais Deixe-me ir Para esse blefe eu rir Se eu fico Canto uma poesia de Chico De um lado de quero Do outro imagino em ter Aquele louco amor: Perverso Incerto Lindo e falso Quando ficar velho serei um fausto.

regressar ao velho tempo

Regressar ao velho tempo Andar de qualquer jeito Não ter para onde ir Brincadeira de criança Vida mole Esperança Jogo de bola Na mesma ciranda Não tem hora para dormir Abro os olhos E não esqueço Como é bom o velho tempo!

Partida tua

Dor da partida Vitória sua em meu peito O amor esta de saída Segue pela estrada do segredo Triste dor minha, que só eu que aguento Será que me amou Ou só foi um surto intenso Não quero te entender Pois eu mesmo não me entendo Se te pergunto uma vez; Fique comigo, pois sem você eu não sustento.

war guerra?

War não me assusta O que assusta é a guerra.

sonho errante

O musa linda de sonhos errantes De face cintilante Corpo encantador Com seu sorriso me deixa cego de paixão Como daria a alma errante Para ter o sonho de um amante.

sai correndo sai

Se eu te pego eu como Se te como eu cuspo Sai correndo sai vai correndo vai

Cai no amor

Não sou poeta Não sou escritor As vezes escrevo da guerra As vezes do amor Velho ator posso ser Estou na nova peça Cai nas graças do amor.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

através da noite

Eu enxergo através da noite De sua neblina fantasmagórica Eu enxergo através da senda do tempo Um pensamento outrora Vejo o seu rosto sem foco Vejo o passado passando Sinto o mundo acabando Mas continuo andando Continuo andando Quando falam de amor Nenhum segredo é revelado De baixo de tua verdade Corre livre a mentira nua Uma bela doce chamada partida Mas continuo andando Continuo andando No fim do bosque o amanhecer Uma pequena fresta de luz Nenhuma novidade ainda Ao pé da arvore o orvalho e a resposta Será que vivi Será que vivi Mas eu continuo andando Andando

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

algo me diz

Não sei por quanto tempo eu esperei
Mas sei que aguentei
Cem anos não é nada para a minha paciência
As ilusões são passageiras
Uma cegueira do coração
Quero ter filhos e amizades verdadeiras
Na realidade busco a felicidade
Junto a ti
De nossa fidelidade
E se eu disser que te amo e quero passar a vida toda contigo?
Você dirá que não acredita agora
Mas ei que uma hora irá acreditar
A vida prospera com o meu amor
O meu coração só para você
Ter resignação
E apagar a dor

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

B.O. ( Boletim de Urgência)

Basta de ordinários
Se o sistema é falho
Você abraça
Se alguém duvida
Os covardes agem com fúria
Se o sistema é falho
Foi por que você deixou

Bobo da corte
Duas caras e um açoite
Ouço o grito da inveja
Um interesseiro com uma foice
Carrega a dama escrava da noite
O seu medo aflorado
Pois tem o desejado
O alimento!
O mesmo de sempre
Uma vaca chamada governo
Com suas mil tetas de mel
Não negue o teu valor a sociedade
Negue tua cobiça e tua inveja
E deixe a arte pois ela é a verdade

Como disse o diretor de teatro Zé Celso em julho passado na ocupação da FUNARTE, após a sua expulsão da assembleia realizada pelos ocupantes ele postou em seu blog uma carta de desgosto pelo ocorrido e uma frase me chamou a atenção, é essa: “um bando de escoteiros escrotos”. É uma síntese perfeita de como as pessoas são em sua ilusão de militância, todos são corrompidos, todos usam a bandeira vermelha e a luta pseudo-operária na sociedade para mamar logo menos nas tetas do dinheiro publico. Porem os escoteiros escrotos do Zé Celso eram realmente pessoas com ideologia, por mais que a ideologia marxista seja uma filosofia ultrapassada pelos métodos, eles tinham o seu valor, eram unidos e inteligentes, não existia ali na ocupação um poder centralizado onde alguns decidiam e manipulavam o resto.

Já aqui na minha terra vejo um bando de jovens conduzidos e manipulados por um pequeno grupo de pessoas medrosas e maldosas que usam da injuria e difamação para corromper e oprimir.
Digo corromper pois decidiram que eu sou um traidor e mau feitor da ordem e harmonia, isso pelo simples fato de saciar uma duvida em relação a verba (dinheiro público) destinada ao bloco com enredo que a prefeitura repassa para as escolas de samba. (Valor 9.750,00 em 3 parcelas, a primeira já depositada)
Opressor por colocar pessoas pertencentes ao grupo e mal informadas contra as duas pessoas que participavam do grupo de forma altruísta simplesmente por que os dois não concordam com a falta de clareza em relação ao dinheiro “publico”. Palavrões e força física apenas demonstra o desespero e falta de estrutura em gerir uma entidade destinada a sociedade.
Ocorreu também uma suposta tentativa, porem frustrada, de fazer um B.O. para incriminar a minha pessoa.
Motivo de tudo isso?
Pensei da forma certa e fui me informar, se esse é o meu erro, estou errado mesmo, se a minha pena pelo erro é ser mal visto e por parte de alguns ser menosprezado e difamado, acatarei essa pena injusta e usarei ela para mostrar como estão errados e quem sabe abrir os olhos de meus amigos e amigas cegos pelo batuque do despreparo.

Eu como artista repudio grupos que tem o seu poder centralizado e sua verdade castrada limitando a inserção da sociedade de uma forma transparente e justa. Justa pelos ideais, pela igualdade e pela fraternidade.
Em minha opinião, não como vitima ou como agressor mas sim como participante ativo na trama social, é de que as mascaras caem, e quem está cometendo está injuria terá a sua vez e será revelada todo a sua pobreza moral e de espirito. Não acredito que isso me afetará em demasia pois injuriador já é visto com a mascara da hipocrisia.

Só Peço para todos, se há alguma duvida converse, pergunte e não leve tudo para o pessoal, pois poderá cometer uma injustiça com o próximo.
Afinal como diz o ditado: Quem deve, Teme!

sábado, 21 de janeiro de 2012

Prece sabia

Confie em teu silêncio!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

???piada de merda

o menino diz para o velho:
Eu vejo gente morta!

Velho:
Que bom pra você eu tenho catarata não vejo porra nenhuma.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

kalquer hum

qualquer um pode ser, rapper, improvisador, artista multimidiático ou seja lá o que for, mas a poesia nasce com alguns, e o poema é uma arte verdadeira!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Copo de plástico.

‎"um copo de plástico , descartável como o lixo, mas ele insisti em existir, pois só de ser citado ele já é! um pequeno brinquedo emocional, para um prisão agoniante de expressão social falida e egoísta, é por essa textura que o copo irá atras da boca saciada, o seu desejo primordial..."

Argumento do curta copo de plástico, mostra a saga de um simples copo que se apaixonou pela primeira boca que o tocou, ele segue pelas ruas atras de sua paixão, todos os problemas que ele encontra por ser um simples copo descartável.o copo de plástico mostra a analogia das relações humanas, o uso e descarte dos sentimentos , amizades e eventuais amores. O ser humano é tão superficial e egoísta que ele acaba transformando o seu relacionamento com o0 mundo, uma fabula de estrutura mal definida de moral e afetividade. é dessa falta de afeto que transforma o copo e o homem em um só.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Cronicas de Vilamonhanga

Lá na vila tem maluco
tem sujeito diferente
Pato que bebe cana
e porco cheio da grana
tudo da uma guinada
na Vilamonhangaba
fico triste de coração
pois o homem se acha um Barão
não procuro o fugaz
é que as meninas se acham de mais
mas tudo é quase nada
em Pindamonhangaba
a cidade de cabeças de vento
não faça minha palavra um lamento
pois na vila tem maluco
tem sujeito diferente
tem ladrão que vira rei
e muitas que não usei
Hô cidade difícil
mas continuo , como um vicio
Ando descalço com esperança
Pois tenho suas ruas em minha lembrança
O Pindamonhangaba, não caia na silada
de andar pela cascata
e trombar com uma engrata
de sentar no cruzeiro
e se sentir um maloqueiro
diga pro prefeito que na Prudente de Moraes
mora o satanás
com verbosidade tão tenaz
que é improvável você correr atrás
alegria, alegria amanha será um novo dia
lá na minha quebrada
Salve Pingagoiabada.

Abelha rainha

O meu adversário é o meu pensamento egoísta e mesquinho
Os meus maus modos são de um ventríloquo de bordel
Os meus passos enxames de mil abelhas raivosas e apaixonadas
O meu silencio é a tua companhia que mima o meu querer
Um beijo atento
Um olhar analítico
Um espirro que não é a morte
Uma paixão pode ser a sua sorte
Corte a vaidade da carne
Ou afogue ela na saliva
Sativa o momento, em que tudo é pensamento
E o estar é viver
Não fique louca por não acontecer
Quem sabe amanha tua carta vira
Louca
Raivosa
Sei do que precisa
Precisa de amor e de carinho
Uma risada de olho e um sorriso
Ao menos te dou isso
Meu bem
Venha logo!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

mias uma visão social...

Que passo é esse que nem caminho se viu? que caminho é esse que nem passo deu? será que já viu o final? és vidente do acaso? inicio no compasso na hora certa e no sentido do coração, que passo é esse que dei? será que alguém já deu? e se deu, doeu? caminhemos na harmonia, simples sintonia, esse passo posso dar!

evolu

Envolvimento com a arte e com as pessoas, carência nas ideias e na produção, a vida de um poeta e de sua poesia...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

NON DVCOR,
DVCO!



Bem vindos, sou o Che, tenho o prazer de convidá-lo a embarcar no livro. Ele é um livro poético-filosofico, filosófico por contestar tudo, a vida a rotina. Devo por meio de tal argumento contestar e deixar alguns porquês que estão dentro de minha alma.
No sei ao certo para quem escrever e quem vai ler, mas espero que o livro encontre uma alma de boa fé disposta a compartilhar da minha escrita altruísta e livre, dita como poética.
A iniciativa do livro é incomodar a ignorância e a mesmice dando lugar a criatividade e atitude, pois a dependência rotineira da sociedade para os meios artísticos tem que sofrer uma ruptura urgente, pois televisão e governo, não são os melhores amigos da criatividade, uni-vos contra a dependência artista fraca e pálida e criemos o novo.
Convoco todos os ¨espíritos livres¨ para apreciar o nosso material e caso queira contribuir para o seu conteúdo mande o seu material, ele será apreciado e alocado conforme o tema.
Desejo com o livro e os meios eletrônicos fomentar a arte em nossa região, ou ao menos provocar artistas e leitores para uma agradável apreciação de nossas páginas, sem mais agradeço.
Boa Leitura.

Che Pupio