sábado, 31 de março de 2012

O que resta é a palavra de um homem, um contra todos....

É fato que sou relaxado com o leviano trato social
Abro a cortina da tragédia moral
E me esforço em ser artista e não um boçal
Cultura e cultuados o lado da moeda arte
Todo trabalho tem que ser remunerado
Teu julgamento continua no sentido falho
Eterna brincadeira de esconde-esconde do otário
Ficar sempre atrás do cenário, sua mente imunda não consegue ir pra frente
Esse é o palco, espetáculo circense é a vida que muda constantemente
Nem o canto do canário para tornar a tua verdade eloquente
Então não esquente se eu questionar
Então não esquente se eu perguntar
Quem deve é quem teme
Não espalhe essa má semente
Então olha aqui
Inteligência é “reunir”
O teu erro foi persuadir
Vou deixando de lado e passo a evoluir
Jornalismo tosco publicou meu retrato puro esboço
Agradeço moço
Mas o batuque monstro deixou de existir
No mesmo momento em que o teu intento subtrai
Daí
Na moral fatos marcados da realidade
Real vaidade
O conselho do mau passa a existir
Marginalizado sim
Mas com ideia afim
Arte verdadeira em mim
Tua corrupção o fim!
Só enxerga quem não tem medo
O seu alarde covarde
De um falso julgamento
Criado pela besta-inveja
E lamento
Quando aprendeis com o tempo
Já terá chego o fim do tempo.

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