segunda-feira, 2 de abril de 2012

Você anula a tua própria existência!

A uma estranha diferença na ponte e na estrada
A uma coincidência entre a chuva e a enxurrada
A um verbo depois do sujeito que caminha desatento
A um momento em que a hora não condiz com o ponteiro

A cauda e o rabo
Insensato porem aceitável
O café em preto lisérgico, moderado
Ferramenta da alma produtora
A erva, que façam mil cigarros
Um batalhão de maconheiros recatados
Vivemos na sociedade do oprimido, do comprimido, e do indiscutido
Não consigo ser contido, o que acontece comigo?

Um incesto de ideias
A travadora baixa medieval esquecida nem sei quando
Tenho uma pergunta?
Vives pleno com o que acreditas?
Deixa de falar para não ser o discordante?
Então tenho o meu veredicto
Você anula a tua própria existência!

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