terça-feira, 20 de novembro de 2012

Postado ao relento da disciplina


Me sinto como Samsa
Misturado com o Sub-humano de Dostoievski
Um dito cujo com voz rouca
Um humano pensador
Divergindo do mundo ignorância
A espada verdade forjada
Com o fogo da vida
Banhada em sangue negro
Do choro escuro
Cilada do homem
Matem-me
Estuprem-me
Ainda sereis homem
Serei poeta
Ou seja
Demasiado humano
Para a vaga compreensão
Que você chama
VERDADE!
Serei incompreensível
Me chamarás de louco
Estranho talvez
Que miséria é está sua
Sugar do osso
Lamber entre os dedos a hipocrisia
Beber de seu ódio oculto
Chora criança
Chore!
Depois caminhe e siga a luz
Luz!

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